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MARÇO AZUL MARINHO

Campanha de prevenção do câncer colorretal

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O Março Azul-Marinho é uma campanha anual de conscientização e prevenção dedicada ao câncer colorretal, um tipo de câncer que atinge o intestino grosso (cólon) e o reto. Durante o mês de março, instituições de saúde, hospitais, sociedades médicas e organizações da sociedade civil se mobilizam para divulgar informações, incentivar exames preventivos e promover hábitos de vida saudáveis.

O foco principal é alertar sobre a importância do diagnóstico precoce, já que quanto mais cedo a doença é identificada, maiores as chances de um tratamento eficaz e cura.

A campanha

A ideia de dedicar o mês de março à conscientização sobre o câncer colorretal nasceu nos Estados Unidos. Em fevereiro de 2000, o então presidente Bill Clinton oficializou o National Colorectal Cancer Awareness Month, designando março como o mês nacional de conscientização sobre a doença.

Desde então, o movimento internacional cresceu e inspirou ações em outros países, incluindo o Brasil, onde a campanha começou a ganhar força significativa com o nome Março Azul-Marinho por volta de 2020, adotando os mesmos princípios de prevenção, educação e rastreamento.

Mas afinal, o que é o cancêr colorretal? 

O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve nas células do cólon ou do reto, partes finais do sistema digestivo. Ele costuma começar como um pequeno crescimento chamado pólipo, que pode levar anos para se tornar canceroso.

Causas e fatores de risco

Vários fatores podem aumentar o risco de desenvolver câncer colorretal, incluindo:

  • Idade avançada (maior risco a partir dos 45–50 anos)

  • Histórico familiar de câncer colorretal

  • Doenças inflamatórias intestinais (como Doença de Crohn e retocolite)

  • Sedentarismo e obesidade

  • Alimentação pobre em fibras e rica em carnes processadas e vermelhas

  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool

Sintomas de alerta

Muitos casos no início não apresentam sintomas, por isso o rastreamento é fundamental. Mas alguns sinais podem indicar a necessidade de investigação médica:

  • Sangue nas fezes

  • Alterações no hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre)

  • Dor ou desconforto abdominal

  • Perda de peso sem causa aparente

  • Fadiga ou anemia

Diagnóstico precoce: exames que salvam vidas

A melhor forma de detectar precocemente o câncer colorretal é através de exames de rastreamento, principalmente:

​

 Colonoscopia

É o exame mais eficaz, pois permite visualizar todo o cólon e retirar pólipos antes que se tornem câncer.

Pesquisa de sangue oculto nas fezes

Um teste simples que pode indicar sinais de sangramento intestinal, levando à investigação mais aprofundada.

Especialistas recomendam iniciar o rastreamento em torno dos 45 anos para a população geral e mais cedo caso exista histórico familiar ou outros fatores de risco.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com o estágio da doença:

  • Cirurgia — retirada do tumor ainda localizado

  • Quimioterapia — uso de medicamentos para eliminar células cancerígenas

  • Radioterapia — uso de radiação para reduzir tumores

  • Terapias alvo e imunoterapia, dependendo do caso

Quando o câncer é detectado cedo, o tratamento costuma ser mais simples e eficaz.

Prevenção: hábitos que reduzem riscos

Boa parte dos casos pode ser evitada com escolhas de vida saudáveis, como:

  • Alimentação rica em fibras (frutas, legumes e grãos)

  • Redução do consumo de carnes vermelhas e alimentos ultraprocessados

  • Prática regular de atividades físicas

  • Evitar tabagismo e álcool em excesso

  • Manter o peso corporal adequado

Tratamento pelo SUS - Lei nº 12.732/2012

No Brasil, o tratamento do câncer colorretal é garantido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando ao paciente acesso a consultas, exames, cirurgia, quimioterapia, radioterapia e acompanhamento multiprofissional. Esse direito é amparado pela chamada “Lei dos 60 dias”, que determina que todo paciente com diagnóstico confirmado de câncer deve iniciar o primeiro tratamento no prazo máximo de até 60 dias, contados a partir do laudo patológico, ou em tempo menor conforme a necessidade clínica. A legislação representa um avanço importante na garantia de acesso rápido ao cuidado oncológico, reduzindo atrasos que podem comprometer o prognóstico e reforçando o compromisso do SUS com a integralidade e a dignidade no atendimento ao paciente com câncer.

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